A República do Togo
Trabalho - Liberdade - Pátria
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TRADIÇÕES, RELIGIÕES



Tanto as religiões (Católica, Animismo, o Islamismo, o Vodu, etc.) quanto as tradições, o respeito ao culto e as práticas tradicionais no Togo são de muita importância.


As divergências espirituais são interligadas entre as diferentes etnias como: o povo EWE (no Sul) 22% da população, o povo OUATCHI 10% da população, o povo KABIYÈ no Norte e no centro 13%, e outros povos como Gem, Batammariba, Moba-Gurma, Tchamba etc.


A população togolesa em sua metade (50%) é tradicionalista, ou seja, é animista (religião politeísta das tradições africanas), 26 % é católica, 15 % é Islã e 9 % evangélico.


Mas é capital ressaltar que a República do Togo, é um Estado laico com uma real liberdade de religião onde todas as divergências espirituais se integram formando a força de sua estrutura social, a sua coesão nacional e o seu espirito de grande nação.


Existe um grande número de animistas os quais acreditam na existência de uma força vital de seres naturais, sejam: humanos; animais; florestas; rios.
Nos ritos animistas, procuram captar forças que habitam o universo e acreditam garantir a segurança e melhores condições de vida.


As divindades acreditadas por estes são personificadas da natureza e os espíritos (inclusive dos antepassados).
Grande importância na vida dos camponeses e habitantes de pequenos vilarejos.
Acreditam que estas forças asseguram riqueza e fertilidade.
O conceito de pecado não existe, mais sim da transgressão o que causa: Doenças, secas e fome.


Existem muitos cristãos, principalmente católicos, sobretudo em Lomé.
Os cristãos evangélicos são crescentes, além de um número expressivos de islâmicos em sua maioria no Norte.



Finança Popular - (Tontina)


Sr.Tonti, banqueiro italiano de século XVII, que deu origem a esta prática a que acabou sendo utilizada em grande escala em África.

Esta prática simboliza o espírito de auto-ajuda dos africanos; Tontina é uma espécie de Banco que com captação financeira por meio da produção de parentes e amigos próximos.

Historicamente, os agricultores se uniam para o cultivo agrícola, e cada um oferecia o que tinha e este recursos financeiros captado, aliado a um trabalho cooperativo para arar, plantar e colher; e o resultado deste trabalho e o dinheiro recebido na venda do excedente da colheita dividida era guardado por um chefe tribal ou responsável financeiro, que poderia utilizar este capital após o consentimento dos mais velhos, para financiamento de novas plantações e colheitas.

Prática amplamente difundida até hoje; sendo utilizado até para empréstimo no pagamento de dotes, festas de óbitos, viagens, ou outros de interesses comuns.
Havendo um custo pelo dinheiro tomado e pago no prazo estabelecido, havendo bastante respeito e fidelidade na quitação, já que o aval verbal é da família do tomador; em alguns casos sem a necessidade de qualquer documento assinado.